desprendem-se clamores nas cruzes erguidas sobre vãs esperanças e sonhos frustrados... quedam abissais sonhos de idades vencidas em as ardentes câmaras d'outro Finados!
esperanças jovíssimas, acolchoadas nas catedrais da fé, pranteiam hinos sagrados: roseirais e hortências piamente douradas, tecidas de rosários gastos, enviuvados.
das covas entreabertas erguem-se sacrários de prantos. Pelas hóstias de muitas saudades ouvem Anjos dos Céus, Divinas Potestades!
E da altaneira Cruz dos vastos campanários, por Missal milenário nos abismos de Hades, nasce Altar Cristianíssimo de eternidades.